Livros
"Gosto muito de ler"(Ana Carolina)
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"Sempre adorei poesia e um romance de Clarice Lispector foi primeiro alumbramento com a literatura."
Clarice Lispector nasce em Tchetchelnik, na Ucrânia, no dia 10 de dezembro de 1920, tendo recebido o nome de Haia Lispector, terceira filha de Pinkouss e de Mania Lispector. Seu nascimento ocorre durante a viagem de emigração da família em direção à América.
Em 1925 a família muda-se para Recife, Pernambuco, onde Pedro pretende construir uma nova vida. A doença de sua mãe, Marieta, que ficou paralítica, faz com que sua irmã Elisa se dedique a cuidar de todos e da casa.
No ano de 1943 casa-se com o colega de faculdade Maury Gurgel Valente e termina o curso de Direito. Seu marido, por concurso, ingressa na carreira diplomática. Em 1944 Muda-se para Belém do Pará (PA), acompanhando seu marido. Fica por lá apenas seis meses.
Clarice morre, no Rio, no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes do seu 57° aniversário vitimada por uma súbita obstrução intestinal, de origem desconhecida que, depois, veio-se, a saber, ter sido motivada por um adenocarcinoma de ovário irreversível. O enterro aconteceu no Cemitério Comunal Israelita, no bairro do Caju, no dia 11.
Fonte: Releituras
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Elisa Lucinda nasceu em Vitória, no Espírito Santo, em 2 de fevereiro de 1958. Formou-se em Jornalismo no ano de 1982 e, a partir de então, iniciou sua carreira teatral. Descobriu e apaixonou-se pela poesia em tenra idade. Aos onze anos de idade, ingressa no Curso de Interpretação Teatral da Poesia, ministrado pela professora Maria Filina Salles Sá de Miranda, quando começa a declamar poesias. Em 1986, mudou-se para o Rio de Janeiro com o filho Juliano, disposta a seguir a carreira de atriz. Ingressa no Curso de Interpretação Teatral da Casa de Artes de Laranjeiras (CAL). Além de escritora, Elisa Lucinda é professora universitária, atriz de teatro, televisão e cinema, mas é sem sombra de dúvidas o “dizer” poesia que mais a encanta e onde ela tem tido maior notoriedade.
Trabalhou em algumas peças, como “Rosa, um Musical Brasileiro”, sob direção de Domingos de Oliveira, e “Bukowski, Bicho Solto no Mundo”, sob direção de Ticiana Studart. Integrou, ainda, o elenco do filme “A Causa Secreta”, de Sérgio Bianchi.
“O Semelhante”, onde a poeta se apresenta declamando seus versos e conversando com a platéia, estreou no Rio e teve temporadas de sucesso em várias capitais. No mesmo formato apresentou “EUTEAMO Semelhante”, também com excelente receptividade. Publicou, entre outros, os livros “A Menina Transparente”, “Euteamo e suas estréias”, “O Semelhante” e a “Coleção Amigo Oculto” (trilogia infantil). Gravou os Cd’s de poesias: “Semelhante” e “Euteamo e suas Estréias”, sob o selo da gravadora Rob Digital. Há quem critique a temática por demais cotidiana da poesia de Elisa.
Dados Artísticos:
Entre 1987 e 1994, fez inúmeros espetáculos solo, shows, recitais e pockets shows com música e poesia em diversas casas noturnas e teatros por todo o Brasil.
Em 1993, lançou o livro de poemas “Aviso da lua que menstrua” e, no ano seguinte, pela Massao Ohno Editor, “O semelhante”, que transformou em espetáculo e percorreu várias capitais brasileiras. No ano de 1997, lançou o CD “O semelhante”. Neste disco, interpretou vários de seus poemas e ainda contou com as participações especiais de Miguel Falabela, Mauro Salles, Paulo José, Zezé Polessa, Juliano Gomes e Leandro Braga. No ano de 1999, sua composição “Alma-te boca” foi incluída no disco “Estrada”, Bete Calligaris, pelo selo Geléia Geral. Em 2000, atuou ao lado de Zezé Polessa, Kakau Gomes, Sheila Mattos e Tuca Andrada, no musical “Crioula”, de Stella Miranda. O musical, que estreou no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, contou a vida de Elza Soares. No ano seguinte, lançou o disco “Euteamo e suas estréias”, que contou com a participação de Marília Pêra interpretando “LilithBalangandã” e “Saga de amor e sorte”. Ainda em 2001, Kátia Rocha interpretou “Central Park”, parceria com Elisa Lucinda incluída em seu primeiro disco, “Brasileira”, e no qual a faixa-título é de autoria de Leandro Braga e Elisa Lucinda, que também atuou como vocalista em algumas faixas do CD. No ano de 2002 apresentou o show “Pare de falar mal da rotina”, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, ao lado de Chico Buarque, Abel Silva, Antônio Cícero, Paulinho Lima, Ana Terra, Alcione, Leila Coelho Frota, Adélia Prado, Afonso Romano de Sant’Anna, Ritchie, Ronaldo Bastos, Fernando Brant, Gabriel - O Pensador, José Carlos Capinam e Murilo Antunes, entre outros, num total de 149 pessoas, participou do álbum com quatro CDs em homenagem ao poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade. O álbum intitulado “Reunião – o Brasil dizendo Drummond” foi lançado pelo selo Luz da Cidade, do poeta e letrista Paulinho Lima.
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Mahatma Gandhi (1869 – 1948)
Líder pacifista indiano. Principal personalidade da independência da Índia. Seu nome verdadeiro era Mohandas Karamchand Gandhi. Mahatma significa "grande alma".
Formou-se em direito em Londres e, em 1891, voltou para a Índia a fim de praticar a advocacia.
Dois anos depois, vai para a África do Sul, também colônia britânica, onde inicia o movimento pacifista, lutando pelos direitos dos hindus.
Volta à Índia em 1914 e difunde seu movimento, cujo método principal é a resistência passiva. Nega colaboração com o domínio britânico e prega a não violência como forma de luta.
Em 1922, organiza uma greve contra o aumento de impostos, na qual uma multidão queima um posto policial.
Detido, declara-se culpado e é condenado à seis anos, mas sai da prisão em 1924.
Em 1930, lidera marcha para o mar, quando milhares de pessoas andam mais de 320 quilômetros a pé, para protestar contra os impostos sobre o sal.
Em 1947, é proclamada a independência da Índia. Gandhi
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Dalai Lama disse:
"Meu apelo por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa."
"As melhores coisas da vida, não podem ser vistas nem tocadas, mas sim sentidas pelo coração"
"Se conseguirmos deixar de lado as diferenças, creio que poderemos nos comunicar, trocar idéias e compartilhar experiências com facilidade"
"Se o seu coração é absoluto e sincero, você naturalmente se sente satisfeito e confiante, não tem nenhuma razão para sentir medo dos outros".
"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior."
"Fale a verdade, seja ela qual for, clara e objetivamente, usando um toque de voz tranqüilo e agradável, liberto de qualquer preconceito ou hostilidade".
"Se seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe, pois eles estão no lugar certo; agora construa os alicerce"
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Cem anos de solidão, Cien Años de Soledad no título original, é um livro de Gabriel Garcia Márquez, escrito na década de 1960, publicado pela primeira vez em 1967 e considerado um marco da literatura latino-americana. No estilo de realismo fantástico, Cem Anos de Solidão cativou milhões de leitores e ainda atrai milhares de fãs à literatura constante de Gabriel García Márquez. Quinze anos após sua publicação, em 1982, Márquez ganhou o Prêmio Nobel de Litaretura.
Toda a narrativa se passa na fictícia cidade colombiana de Macondo, que se parece muito com Aracataca, cidade onde o autor nasceu. O livro mostra a trajetória da família Buendía, desde a fundação de Macondo até a sétima geração.
Muitos falam da necessidade de se ler Cem anos de solidão com um caderninho do lado, para se traçar a árvore genealógica da família Buendía e compreender a teia de personagens que vai sendo criada à medida que os anos avançam. No entanto a real essência está em ver a história além de seus personagens e entender o círculo que se fecha ante às previsões de um fim anunciado. Há diversos elementos que se entrelaçam formando um conjunto bastante interessante, pois, como disse Pablo Neruda, "este é o melhor livro escrito em castelhano desde Quixote".
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Thomas Stearns Eliot, nascido em 26 de setembro de 1888,foi um famoso poeta modernista,dramaturgo e crítico litarário britânico-norte-americano. Em 1948 ganhou o prêmio Nobel de literatura. Publicou o poema The Waste Land em 1922 e em 1927 obteve a nacionalidade britânica. T. S. Eliot residia em Londres. Depois da guerra, nos vinte, ele passou muito tempo com outros grandes artistas na avenida Montparnasse, em Paris, onde foi fotografado por May Ray. A poesia francesa exerceu grande influência na obra de Eliot, em particular o simbolista Charles Baudelaire, cujas imagens da vida em Paris serviram de modelo para a imagem de Londres pintada por Eliot. Ele começou então a estudar sânscrito e religiões orientais, chegando a ser aluno do renomado armênio G. I. Gurdjieff. A obra de Eliot, após a sua conversão ao cristianismo pela Ibreja Anglicana, é frequentemente religiosa em sua natureza e tenta preservar o inglês arcaico e alguns valores europeus que ele julgava serem importantes. Em 1928, Eliot resumiu suas crenças muito bem no prefácio de de seu livro "Para Lancelot Andrews": "O ponto de vista geral [dos assuntos do livro] pode ser descrito como classicista na literatura, monarquista na política e anglo-católico na religião." Essa fase inclui trabalhos poéticos como Ash Wednesday, The Journey of the Magi, e Four Quartets
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Adélia Luzia Prado Freitas nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, no dia 13 de dezembro de 1935, filha do ferroviário João do Prado Filho e de Ana Clotilde Corrêa. Leva uma vidinha pacata naquela cidade do interior: inicia seus estudos no Grupo Escolar Padre Matias Lobato e mora na rua Ceará.
No ano de 1950 falece sua mãe. Tal acontecimento faz com que a autora escreva seus primeiros versos. Nessa época conclui o curso ginasial no Ginásio Nossa Senhora do Sagrado Coração, naquela cidade.
No ano seguinte inicia o curso de Magistério na Escola Normal Mário Casassanta, que conclui em 1953. Começa a lecionar no Ginásio Estadual Luiz de Mello Viana Sobrinho em 1955.
Em 1958 casa-se, em Divinópolis, com José Assunção de Freitas, funcionário do Banco do Brasil S.A. Dessa união nasceriam cinco filhos: Eugênio (em 1959), Rubem (1961), Sarah (1962), Jordano (1963) e Ana Beatriz (1966).
Antes do nascimento da última filha, a escritora e o marido iniciam o curso de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis.
Em 1972 morre seu pai e, em 1973, forma-se em Filosofia. Nessa ocasião envia carta e originais de seus novos poemas ao poeta e crítico literário Affonso Romano de Sant'Anna, que os submete à apreciação de Carlos Drummond de Andrade. Em 1975, Drummond sugere a Pedro Paulo de Sena Madureira, da Editora Imago, que publique o livro de Adélia, cujos poemas lhe pareciam "fenomenais". O poeta envia os originais ao editor daquele que viria a ser Bagagem. No dia 09 de outubro, Drummond publica uma crônica no Jornal do Brasil chamando a atenção para o trabalho ainda inédito da escritora.
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Sylvia Plath nasceu em 27 de outubro de 1932 e matou-se em 11 de fevereiro de 1963, quanto tinha apenas 30 anos. Até então sua única obra poética era The Colossus, publicado em 1960. Mas são os poemas escritos após a publicação de seu primeiro livro que a transformaram em um mito da poesia contemporânea. Seus últimos dez meses de vida foram marcados por uma intensa atividade poética que gerou seus melhores poemas, uma obra que a alçou ao patamar dos grandes poetas do século. Plath é costumeiramente classificada como poeta confessional. Neste sentido, sua vida é retratada fielmente em sua poesia, de alto grau emocional. Plath sempre foi marcada por uma forte instabilidade, fruto do trauma causado pela morte de seu pai quando ainda era uma criança de oito anos. A morte de seu pai foi a gênese da imagem do colosso masculino, do deus másculo e onipotente que ela ao mesmo tempo adorava e repudiava.
Sua vida foi marcada pela sombra de homens que considerava poderosos e opressores, figuras que ao mesmo tempo a inspiravam e a diminuíam. Ao lado de seu pai, Plath posicionou em seu pódio seu marido Ted Hughes, também poeta, homem que ela admirava profundamente. Plath divinizava estas duas figuras masculinas e as inseriu em sua poesia na forma do mito do deus ausente ou morto, cuja ausência ou morte ora é lamentada e ora é celebrada.
Seu casamento com Ted Hughes lhe proporcionou a parceria ideal e Hughes substituiu em certa medida a figura paterna que a assombrava. Ambos dividiam os mesmos interesses e as mesmas leituras. Hughes era para ela o grande mentor que a educava e contribuía para seu aprimoramento. Os dois chegaram a abandonar suas profissões para viver apenas a poesia, mudando-se dos Estados Unidos para Londres, Inglaterra, em 1959. Este período marcou o início de sua fase madura, demonstrando claramente como sua vida íntima se refletia em sua poesia.
No entanto, o ápice de sua produção poética só seria atingido após um período conturbado e traumático. Em julho de 1962 Plath descobre o envolvimento adúltero de Hughes com outra mulher e seu mundo desmorona. Plath percebe que vivia uma fantasia e esta constatação dá início à produção de seus maiores poemas. O divórcio consuma-se em outubro deste mesmo ano, um momento de intensa criatividade. Deste período são os poemas mais fortes e mórbidos de Plath. A morte está mais presente do que nunca. Seu imaginário é preenchido por sangue, desmembramento, ossos e órgãos internos que criam imagens muito fortes em sua poesia.
Plath muda-se em dezembro com seus dois filhos para um apartamento em Londres durante um dos mais frios invernos do século. Em janeiro, cerca de um mês antes de seu suicídio, é publicado The Bell Jar, um romance autobiográfico que explora seu passado e seus traumas.
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Poetisa americana,Dickinson nasceu em Amherst, Massachusetts a 10 de Dezembro de 1830, numa casa cujo nome era The Homestead, construída pelos avós Samuel Fowler Dickinson e Lucretia Gunn Dickinson, no ano de 1813. Samuel Fowler era advogado e foi um dos principais fundadores do Amherst College.
Era a segunda filha de Edward e Emily Norcross Dickinson
Proveniente de uma família abastada, Emily teve formação escolar irrepreensível, chegando a cursar durante um ano o South Hadley Female Seminary.
Quando findou os estudos, Emily retorna à casa dos pais para deles cuidar, juntamente com a irmã Lavínia, que como ela, nunca casou.
Em torno de Emily, construiu-se o mito acerca de sua personalidade solitária. Tanto que a denominavam de a “Grande Reclusa”. É importante que se diga, que este comportamento de Emily coadunava-se com o modelo de conduta feminina que era apregoado no Massachusetts de Oitocentos. Emily, em raros momentos, deixou sua vida reclusa, tanto que em toda sua vida, apenas fez viagens para a Filadélfia .
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Manoel Wenceslau Leite de Barros nasceu em Cuiabá (MT) no Beco da Marinha, beira do Rio Cuiabá, em 19 de dezembro de 1916, filho de João Venceslau Barros, capataz com influência naquela região. Mudou-se para Corumbá (MS), onde se fixou de tal forma que chegou a ser considerado corumbaense. Atualmente mora em Campo Grande (MS). É advogado, fazendeiro e poeta.
Tinha um ano de idade quando o pai decidiu fundar fazenda com a família no Pantanal: construir rancho, cercar terras, amansar gado selvagem. Nequinho, como era chamado carinhosamente pelos familiares, cresceu brincando no terreiro em frente à casa, pé no chão, entre os currais e as coisas "desimportantes" que marcariam sua obra para sempre. Com oito anos foi para o colégio interno em Campo Grande, e depois no Rio de Janeiro. Não gostava de estudar até descobrir os livros do padre Antônio Vieira: "A frase para ele era mais importante que a verdade, mais importante que a sua própria fé. O que importava era a estética, o alcance plástico. Foi quando percebi que o poeta não tem compromisso com a verdade, mas com a verossimilhança."
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Luis Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone. É casado com Lúcia e tem três filhos.
Jornalista, iniciou sua carreira no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, em fins de 1966. Participou também da televisão, criando quadros para o programas na Rede Globo. Possui diversos livros publicados. Escritor prolífero, são de sua autoria, dentre outros, O Popular, A Grande Mulher Nua, Amor Brasileiro, publicados pela José Olympio Editora; As Cobras e Outros Bichos, Pega pra Kapput!, Ed Mort em "Procurando o Silva", Ed Mort em "Disneyworld Blues", Ed Mort em "Com a Mão no Milhão", Ed Mort em "A Conexão Nazista", Ed Mort em "O Seqüestro do Zagueiro Central", Ed Mort e Outras Histórias, O Jardim do Diabo, Pai não Entende Nada, Peças Íntimas, O Santinho, Zoeira , Sexo na Cabeça, O Gigolô das Palavras, O Analista de Bagé, A Mão Do Freud, Orgias, As Aventuras da Família Brasil, O Analista de Bagé,O Analista de Bagé em Quadrinhos, Outras do Analista de Bagé, A Velhinha de Taubaté, A Mulher do Silva, O Marido do Doutor Pompeu, publicados pela L&PM Editores, e A Mesa Voadora, pela Editora Globo e Traçando Paris, pela Artes e Ofícios.
Além disso, tem textos de ficção e crônicas publicadas nas revistas Playboy, Cláudia, Domingo (do Jornal do Brasil), Veja, e nos jornais Zero Hora, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e, a partir de junho de 2.000, no jornal O Globo.
Na opinião de Jaguar "Verissimo é uma fábrica de fazer humor. Muito e bom. Meu consolo — comparando meu artesanato de chistes e cartuns com sua fábrica — era que, enquanto eu rodo pelaí com minha grande capacidade ociosa pelos bares da vida, na busca insaciável do prazer (B.I.P.), o campeão do humor trabalha como um mouro (se é que os mouros trabalham). Pensava que, com aquela vasta produção, ele só podia levantar os olhos da máquina de escrever para pingar colírio, como dizia o Stanislaw Ponte Preta. Boemia, papos furados pela noite a dentro, curtir restaurantes malocados, lazer em suma, nem pensar. De manhã à noite, sempre com a placa "Homens Trabalhando" pendurada no pescoço."
Extremamente tímido, foi homenageado por uma escola de samba de sua terra natal no carnaval de 2.000.