Influências Musicais
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CHICO BUARQUE DE HOLANDA |
"Eu ouvia muitíssimo Chico Buarque foi por isso que resolvi abraçar a profissão"
Veja a seguir músicas que Ana já cantou e/ou gravou desse maravilhoso compositor:
- Beatriz (Chico Buarque/Edu Lobo)
- Retrato em branco e preto (Chico Buarque/Tom Jobim)
- Eu te amo (Chico Buarque/Tom Jobim)
- Mil perdões (Chico Buarque)
- Tanta saudade (Chico Buarque/Djavan)
- Luísa (Chico Buarque/Francis Hime)
- Gente humilde (Garoto/Vinicius de Moraes/Chico Buarque)
- Anos dourados (Chico Buarque/Tom Jobim)
Francisco Buarque de Hollanda é o quarto, entre sete filhos, do historiador Sérgio Buarque de Hollanda com a pianista amadora Maria Amélia Cesário Alvim. Nascido no Rio de Janeiro em 19/06/44, Francisco se tornaria, anos mais tarde, um artista completo. É cantor, compositor, ator, escritor, poeta e dramaturgo. Foi inicialmente pela música que Chico Buarque demonstrou interesse e através dela se tornou conhecido e respeitado.
JOÃO BOSCO
"Meu primeiro interesse por samba foi ouvindo o João tocar"
Logo embaixo músicas que Ana Carolina já gravou e/ou cantou de João Bosco:
- Corsário (João Bosco)
- Linha de passe (João Bosco)
- Mama palavra (João Bosco)
Começou a tocar violão aos 12 anos, incentivado pela família cheia de músicos, em Minas Gerais. Anos mais tarde vai para a faculdade de engenharia Metalúrgica em Ouro Preto, e, sem abandonar os estudos, dedica-se à música, atraído principalmente pelo jazz, bossa nova e tropicalismo.
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MARIA BETHÂNIA |
"Eu acho que a Maria Bethânia é uma das maiores intérpretes do mundo"
Maria Bethânia comemorou 35 anos de carreira em 2001, completados na verdade em 2000, (a data oficial de sua estréia profissional é 13 de Fevereiro de 1965, o dia exato em que subiu ao palco no show Opinião no Rio substituindo Nara Leão). E em dose dupla: o show de lançamento do novo álbum "Maricotinha" reuniu no dia 04 de Setembro no palco do Canecão, Rio de Janeiro, uma constelação de grandes nomes da MPB, como Chico Buarque, Caetano Veloso, e Gilberto Gil, prestando sua homenagem à diva.
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CAETANO VELOSO |
Caetano Viana Teles Veloso nasceu em Santo Amaro da Purificação, Bahia, em 1942. Começou sua carreira apresentando-se no Rio de Janeiro, em 1965, e pouco depois em São Paulo, no show "Arena Conta Bahia", ao lado de sua irmã, Maria Bethânia, e Gil. Seu primeiro trabalho, "Domingo", foi lançado em 1967. A música "Tropicália" deu nome ao movimento de pesquisa vanguardista liderado por Caetano e Gil. Seja em trabalhos densos como "Livro" ou através de sucessos estrondosos, como a gravação da música "Sozinho", do compositor Peninha, Caetano acabou se tornando tanto uma grife, em termos de música, quanto uma espécie de consciência intelectual, chamado a opinar sobre os mais variados aspectos da vida política e cultural brasileiras.
Caetano é cantor, compositor, escritor e tudo mais que ele quiser ser.
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GILBERTO GIL |
Gilberto Passos Gil Moreira nasceu em Salvador, no dia 26 de junho de 1942. Passou sua infância na pequena cidade de Ituaçu e sua vocação musical despertou cedo. Hoje as atividades deste baiano são intensas, suas trajetórias, musical e política, correram paralelas por toda a sua carreira. Em 1979, Gil tornou-se o primeiro negro a integrar o Conselho de Cultura do Estado da Bahia e, daí em diante, sua vocação política não mais o abandonou, culminando com a nomeação para o cargo de ministro da cultura, com a posse do governo Lula, em 2003. No mesmo ano, Gil recebe o prêmio de personalidade de 2003 no Grammy Latino, em Miami, nos Estados Unidos.
Apesar dos compromissos ministeriais, Gilberto Gil participa do Rock in Rio Lisboa e lança, em 2004, o CD e DVD "Eletroacústico". É preciso fôlego para acompanhar nosso talentoso ministro.
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ALCIONE |
Marrom, assim é conhecida uma das maiores sambistas do Brasil. Alcione Nazaré sempre teve a música em sua vida. Nascida em São Luís do Maranhão, a cantora viveu sua juventude no Rio de Janeiro e iniciou sua carreira profissional aos 20 anos de idade. Sua primeira aparição em público foi na antiga TV Excelsior e em 1972 gravou o seu primeiro compacto. No ano de 2002 lança o CD "Alcione ao Vivo”, marcando os 30 anos de carreira. Em 2004, Alcione lançou o CD “Faz Uma Loucura por Mim”, um trabalho recheado com músicas inéditas, de compositores consagrados como Michael Sullivan e de novos talentos como Vander Lee. Um ano depois, a cantora estava de volta ao mercado com o disco “Uma Nova Paixão”, que faz um passeio musical com romantismo, samba e partido alto.
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TOM JOBIM |
Antonio Carlos Jobim nasceu no Rio de Janeiro no dia 25 de janeiro de 1927. Um dos grandes fundadores da nova música popular brasileira e principal criador da bossa nova, que ele mesmo lançou no final dos cinqüenta, junto com João Gilberto, Vinicius de Moraes, Luis Bonfá, etc.
Grande arranjador e compositor, Jobim foi um dos mais importantes artistas produzido pela música popular brasileira, influenciando também o jazz (são importantes suas colaborações com Stan Getz durante a bossa nova), atraindo a atenção de um maestro como Gil Evans e colaborando com improvisadores como Harry Lookofsky, Joe Farrell e Ron Carter.
"A morte de Tom Jobim não foi apenas a queda de uma árvore, foi a derrubada de uma floresta", escreveu Arnaldo Jabor, resumindo à perfeição um sentimento universal.
Morreu dia 8 de dezembro de 1994, aos 67 anos de idade, em Nova York, no Hospital Mount Sinai.
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DJAVAN |
Djavan Caetano Viana nasceu em 27 de Janeiro de 1949 em Maceió AL. De família pobre, aos 16 anos começou a tocar violão, que aprendeu de ouvido. Em Maceió, formou o grupo Luz, Som, Dimensão, mais conhecido como LSD, com repertório dos Beatles. Mudou-se para o Rio de Janeiro RJ em 1973, quando foi contratado como crooner na boate Number One.
No final da década de 1970, suas composições adquiriram estilo de grande lirismo e letras com elaborados jogos de imagens. Seus discos, que passaram a mesclar diversos gêneros musicais, como samba, funk, musica de viola, baladas e ritmos africanos, tornaram-se sucesso no mercado brasileiro e internacional. Algumas de suas composições encontraram grandes interpretes, como Gal Costa (Açaí, Maria Bethânia (Alibi), Caetano Veloso (Oceano), Roberto Carlos (A ilha) e Nana Caymmi (Meu bem-querer). Nos EUA teve intérpretes como Carly Simon, Al Jarreau, Carmen McRae e o grupo Manhattan Transfer. Foram seus parceiros Artur Maia (Alivio), Orlando Morais (A rota do indivíduo), Gilberto Gil (Corisco), Chico Buarque (Alumbramento), alem de Cacaso, Aldir Blanc, Nelson Mota, entre outros.
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CARLINHOS BROWN |
"Adoro Carlinhos Brown, Sou fã incondicional. Acho muito bacana o trabalho dele"
Porto de chegada de culturas várias através dos séculos, a Bahia frutifica e se renova, num estado de permanente formação. Europeus, africanos, indígenas, orientais... os ventos e raças conflitam e se fundem dando origem a um jeito de ser baiano. Salvador, sua capital, acolhe e abriga em seus nichos estes filhos venturosos, aplaudindo a maravilha da miscigenação.
Em 1962, nasce Antônio Carlos Santos de Freitas, de negra pele que transpira curiosidade, negros olhos que captam e espelham novos tons.
Este pequeno aguadeiro acaba por desaguar nos veios do Mestre Pintado do Bongô - Osvaldo Alves da Silva - seu condutor no fluido musical. Mestre Pintado ensina ao menino Carlinhos mais que tocar instrumentos, ele o ensina a como "trabalhar com música" - o que seria fundamental na sua formação - e vaticina a sua projeção artística.
Brown segue penetrando em todos os meios musicais e percorrendo diversas vertentes aperfeiçoando os seus dons. É um descobridor, um experimentador que não teme riscos e extremamente produtivo, chegando, em 1985, a ter vinte e seis músicas tocando nas rádios - pelo que ganha o Troféu Caymmi, mais importante prêmio da música baiana.
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ED MOTTA |
"Acho que o Ed Motta é um dos maiores cantores do mundo"
Ed Motta despontou em fins dos anos 80, como o vigoroso cantor e um dos compositores e produtores do Conexão Japeri. Uma sensação instantânea no circuito carioca de shows, que o grupo confirmou em seu disco de estréia, "Conexão Japeri" (Warner), em 1988, com canções como "Manuel", "Vamos dançar", "Baixo Rio" e "Um love". Sucessos marcados por exuberante musicalidade e que introduziam fortes componentes do soul e do funk ao pop-rock que então vigorava no Brasil. Logo ficou patente que, aos 16 anos, Ed Motta chegara para ficar e voar bem mais alto. De Hoje, é um cantor, compositor, multiinstrumentista, arranjador e produtor de trânsito internacional. Em seu estilo, sem abrir da veia funk-soul, tritura influências que vão do jazz à canção brasileira, das trilhas sonoras de Hollywood ao rock, da música clássica aos standards americanos, da bossa nova ao reggae. O resultado desse amalgama de referências já é reconhecido no mundo todo, confirmado nas turnês que nos últimos anos rodaram a Europa, o Japão, os Estados Unidos e a América do Sul. Em estúdios e palcos, Ed também já trocou experiências com músicos como Roy Ayers, Chucho Valdés, Jean-Paul "Bluey" Maunick (líder do Incógnito), Ryuichi Sakamoto, Paul Griffin, Bernard Purdie, Bo Diddley, Ed Lincoln, Miltinho, Mondo Grosso, Marcos Valle, João Donato, Dom Salvador, entre tantos outros.
"É preciso também saber que existe música nova na música brasileira como Lenine, Paulinho Moska, Chico César, Zeca Baleiro, Otto, Farofa Carioca...
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LENINE |
Integrante da turma de roqueiros que tomavam as ruas da capital pernambucana nos anos 70 (de bandas como Ave Sangria e músicos como o guitarrista Robertinho do Recife), Lenine foi, assim como muitos de seus amigos, se interessando aos poucos pela MPB – em especial, aquela de cheia de sofisticação e energia, de Gilberto Gil e Milton Nascimento.
Em 1981, já morando no Rio de Janeiro, ele deu o primeiro passo de maior importância em sua carreira participando do festival MPB 81, da TV Globo, com a composição “Prova De Fogo”. O cantor, violonista e compositor acabou se destacando em meados da década de 90 como uma das promessas da nova MPB e chegou enfim ao seu primeiro disco solo em 1997: O Dia em que Faremos Contato, no qual misturou música eletrônica, samba e ritmos nordestinos e com o qual conseguiu seu primeiro grande sucesso sozinho, “Hoje eu Quero Sair Só”, embora músicas como “A Ponte”, “Balada do Cachorro Louco” e “Dois Olhos Negros” também tenham ficado bastante conhecidas por causa dos shows.
Em 2005, ele lançou "Brésil, Brésils" (Brasil, Brasils), música que compôs, a convite, para o Ano do Brasil na França.
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PAULINHO MOSKA |
Carioca, nasceu em 27 de agosto de 1967, passou a infância e a adolescência ouvindo rock e música brasileira. Aprendeu a tocar violão aos 13 anos com o irmão mais velho e depois fez amizades com outros músicos, até decidir ser ator, em 1983, quando matriculou-se num curso de teatro ao invés de prestar vestibular. Atuou em filmes para cinema ("A Cor do Seu Destino", "Um Trem para as Estrelas" e outros) e integrou o grupo vocal Garganta Profunda, que cantava um repertório bastante eclético. Em 1987 uma dissidência do Garganta (inclusive Moska) formou a banda de rock-pop Inimigos do Rei, que emplacou dois sucessos: "Uma Barata Chamada Kafka" e "Adelaide", músicas caracterizadas pelo humor. Em 1992 decidiu sair do grupo e iniciar carreira solo, gravando no ano seguinte seu disco de estréia, "Vontade", basicamente de rock. Bem diferente foi o segundo disco, "Pensar É Fazer Música", lançado em 1995, mais pop com toques de MPB. Depois vieram "Contrasenso" (1997), o ao vivo "Através do Espelho" (1997) e "Móbile" (1999), sempre caracterizando-se pelo ecletismo na sua produção. Alguns de seus sucessos são "Último Dia" (com Billy Brandão), "A Seta e o Alvo" (com Nilo Romero) e "Me Chama de Chão" (com Branco Mello/ Fernando Zarif).
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CHICO CÉSAR |
Francisco César Gonçalves nasceu em Catolé do Rocha, PB, em 26 de Janeiro de 1964. Foi criado no sertão, ouvindo cantadores e reisados, e aos nove anos já tinha seu primeiro conjunto, Super- Som Mirim. Trabalhando como vendedor em uma loja de discos de sua cidade, teve oportunidade de ouvir desde Teixeirinha ate Rolling Stones. Ainda adolescente, mudou-se para João Pessoa PB, onde cursou a faculdade de jornalismo. Transferiu-se para São Paulo SP, em 1985, e logo fez amizade com artistas de vanguarda como Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé. Trabalhou como redator da seção de musica da revista Elle e tentou algumas apresentações em bares.
Em 1991 foi convidado para pequena tourneé pela Alemanha, e o sucesso lá fora o animou a deixar o jornalismo para dedicar-se somente a musica. Formou a banda Cuscuz Clã e passou a apresentar-se na casa noturna paulistana Blen Blen Club.
Em 1995 lançou seu primeiro disco, o artesanal e independente Aos vivos, depois vendido à gravadora Velas. A Rádio Musical FM começou a tocar Mama África e A primeira vista, canção que logo se tornaria sucesso nacional na interpretação de Daniela Mercury, incluída na trilha sonora da novela 0 rei do gado, da TV Globo. Em 1996 consagrou-se com o lançamento de Cuscuz Clã (Polygram): ganhou o Prêmio Sharp na categoria revelação e o de melhor compositor pela APCA. Em 1997, depois de tourneé pela Europa e pelo Japão, lançou seu terceiro disco, Beleza, mano, com participações especiais de Dominguinhos, Arnaldo Antunes, Arrigo Barnabé e outros. Suas composições misturam ritmos brasileiros, como carimbo, folia e forró, com musica pop, do reggae, a salsa e juju music.
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ZÉCA BALEIRO |
Maranhense, começou a se projetar nacionalmente quando apareceu no especial que a MTV fez de Gal Costa. Em 1997, seu primeiro disco "Por Onde Andará Stephen Fry?" chamou a atenção da crítica, que passou a defini-lo como "neotropicalista". No ano seguinte ganhou dois prêmios Sharp: melhor disco e melhor música "Bandeira", ambos na categoria pop-rock. Em 1999 se apresentou na França, para o lançamento de seu disco na Europa. O segundo CD, "Vô Imbolá", conta com participações especiais de Zeca Pagodinho, Zé Ramalho, Rita Ribeiro e outros, trazendo um repertório que mistura música brasileira folclórica, samba e ritmos eletrônicos.
Entre os trabalhos lançados com a marca de Baleiro está o CD "Cruel", uma obra póstuma do cantor e compositor capixaba Sérgio Sampaio, falecido em 1994. Nele, o maranhense tem a chance de mostrar seu talento também como produtor.
Em 2006, musicou poemas de amor de Hilda Hilst, falecida em 2004. O CD "Ode descontínua e remota para flauta e oboé - De Ariana para Dionísio" traz interpretações de Maria Bethânia, Ângela Maria, Zélia Duncan, Angela Ro Ro, entre outros nomes consagrados da MPB.
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OTTO |
Otto Maximiliano Pereira de Cordeiro Ferreira é pernambucano de Belo Jardim, cidade a 180 km de Recife. Cresceu ouvindo cirandas, maracatus e outras batidas típicas do folclore regional, além de músicos como Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga. Além de toda essa bagagem musical brasileira, o músico nunca deixou de acompanhar o que lhe parecia mais marcante em termos internacionais, antenado com o que de mais importante acontecia no pop, no rock e mais recentemente na música eletrônica.
Essa mistura resultou no trabalho que Otto realiza hoje: uma combinação de música eletrônica e música regional, drum’n’bass e macumba, rap e forró. A história de Otto é recheada de experiências interessante e musicalmente enriquecedoras.
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FAROFA CARIOCA |
Farofa Carioca é um grupo musical brasileiro, do Rio de Janeiro, formada nos anos 1990, com estilo variado devido a combinação de ritmos como rock, pop, rap, samba e funk. Algumas apresentações em concertos são usados números circenses e dança.
Seu principal vocalista foi o cantor Seu Jorge, que hoje atua em carreira solo, em seu lugar na banda encontra-se o cantor Mario Broder, ex vocalista do grupo Funk N'Lata.
"Eu comecei a escutar Cartola, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, clássicos da MPB... Gosto muito dos caras antigos como Evaldo Gouveia e Jair Amorim, Lamartine Babo, João do Vale ("Carcará")
EVALDO GOUVEIA
Aos seis anos, o menino Evaldo Gouveia de Oliveira já cantava num sistema de alto-falantes na praça de sua cidade, Iguatu, no Ceará. Aos 11, mudou-se para Fortaleza para estudar. Nessa época, trabalhava como feirante e não dispensava o violão nas horas de folga. Aos 19 anos, passou a tocar violão num conjunto e acabou conseguindo um contrato numa rádio local.
JAIR AMORIM (*18/7/1915 +15/10/1993)
Nascido em Leopoldina (ES), cursou o ginásio em Petrópolis (RJ) e aos 13 anos já escrevia alguns versos em português para músicas estrangeiras. Quando completou 15, perdeu o pai e foi forçado a largar os estudos. Foi trabalhar no Diário da Manhã, de Vitória (ES), fazendo de tudo um pouco – de revisor e crítico de teatro e cinema a cronista social. Em 1940, dirigiu a Rádio Clube do Espírito Santo, produzindo diversos programas e atuando como locutor. Foi por essa ocasião que começou a escrever letras para os blocos de carnaval da cidade.
A DUPLA
A partir de julho de 1958, quando Evaldo Gouveia conheceu o também compositor Jair Amorim na UBC, sua carreira deslanchou definitivamente. Logo no primeiro dia de contato, compuseram "Conversa", gravada inicialmente por Alaíde Costa, em 1959. Essa seria a primeira de uma série de 150 músicas compostas pela dupla nos dez anos que se seguiram, normalmente sambas-canções abolerados, cujo primeiro grande sucesso de vendas foi "Alguém Me Disse", lançada por Anísio Silva em 60. Em 1962, o Trio Nagô se desfez com a saída de Mário Alves, mas Evaldo prosseguiu compondo diversas pérolas com Jair, tais como "Poema do Olhar" (gravado por Miltinho) e o bolero "E a Vida Continua", sucesso nas vozes de Morgana e Agnaldo Rayol. No ano seguinte, 63, Altemar Dutra foi içado ao sucesso justamente com um bolero da dupla, "Tudo de Mim". A partir daí, passou a ser seu intérprete mais constante, colecionando sucessos como os sambas-canções/boleros "Que Queres Tu de Mim", "Somos Iguais", "Sentimental Demais", "Brigas", "Serenata da Chuva" e as marchas-rancho "O Trovador" e "Bloco da Solidão". Moacyr Franco também vendeu muitos discos com o bolero "Ninguém Chora por Mim", em 62, assim como Cauby Peixoto no ano seguinte com "Ave Maria dos Namorados", lançada por Anísio Silva pouco antes. Outros que fizeram sucesso com músicas da dupla foram Wilson Simonal, que gravou a bossa nova "Garota Moderna" em seu LP de 1965, Jair Rodrigues, que gravou o samba "O Conde", em 1969, a escola de samba Portela, que obteve êxito com o samba-enredo "O Mundo Melhor de Pixinguinha", em 1973, e Ângela Maria, que entre outras, lançou o "Tango para Teresa" dois anos depois. Outros intérpretes que gravaram a dupla Evaldo Gouveia & Jair Amorim são Maysa, Dalva de Oliveira, Gal Costa, Maria Bethânia, Zizi Possi, Emílio Santiago, o espanhol Julio Iglesias e mais recentemente, Cris Braun ("Brigas", em 98), Ana Carolina ("Alguém Me Disse", em 99), Simone ("Sentimental Demais" e "Que Queres Tu de Mim") e Fafá de Belém ("Ninguém Chora por Mim") – ambas em 2000.
Fonte: CliqueMusic
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Chamado "mestre e divino do morro" por musicólogos, Angenor de Oliveira é um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira. De talento intuitivo e refinado, compôs músicas como As Rosas não Falam, cujos versos revelam uma refinada poesia: "Devias vir/para ver os meus olhos tristonhos/e quem sabe sonhavas meus sonhos/por fim". Negro, nascido no bairro do Catete, no Rio de Janeiro, aos 11 anos foi morar no Buraco Quente, um bairro no Morro da Mangueira. Ganhou o apelido Cartola quando trabalhava em obras, usando um chápeu-coco para não sujar os cabelos de cimento. Aprendeu a tocar cavaquinho desde cedo com o pai. Ainda jovem, costumava ir a missas na Igreja da Glória para ouvir quartetos de coral de Bach e Händel, o que talvez seja um indício de seu refinamento musical, uma vez que não tinha qualquer estudo formal de música. Mais tarde, investindo na batalha para levar o samba do morro às ruas da cidade, abriu, junto com Eugênio Agostine e sua mulher Dona Zica, o bar Zicartola, que se tornou no mais badalado ponto de encontro de sambistas cariocas. Cartola convidava gente como Elizeth Cardoso, Cyro Medeiros e o trio Pixinguinha, Donga & João da Baiana para cantar no bar a música de "pouco valor" (dialeto sambeiro de então). Sua aceitação no mercado fonográfico só ocorreu nos anos de 1960 e 1970, quando conheceu um pouco de popularidade e gravou músicas como O Sol Nascerá, Autonomia, O Mundo É um Moinho, Tive Sim, Divina Dama, Quem me Vê Sorrir. Gravou seu primeiro LP somente em 1974, aos 66 anos, e, mesmo vivendo em grandes dificuldades financeiras, compôs e cantou até morrer, aos 72 anos.
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Carioca, adotou o apelido Nelson Cavaquinho desde jovem, quando tocava o instrumento nas rodas de samba promovidas pelos operários da fábrica em que trabalhava. Alegando que o instrumento era muito pequeno, passou para o violão. Na década de 30 aproximou-se de sambistas da Mangueira, como Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda, para quem passou a mostrar seus sambas simples e fundamentais. Por essa época, vendia-os por pouco dinheiro. Começou a fazer algum sucesso como compositor nos anos 40, quando Cyro Monteiro gravou algumas de suas músicas. Em meados da década de 50 conheceu o parceiro Guilherme de Brito, com quem compôs sambas como "A Flor e o Espinho" (com Alcides Caminha), "Folhas Secas", Quando Eu Me Chamar Saudade" e "Pranto de Poeta". Foi uma das atrações do bar Zicartola, mantido por Cartola e a esposa Zica, onde foi descoberto, em meados dos anos 60, pelos intelectuais. Nos anos 60 teve músicas gravadas por Elizeth Cardoso, e em 1966 a CBS lançou um disco só com composições suas, com a cantora Telma Costa, produzido por Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, em que aparece também como intérprete em algumas faixas. Com sua voz rouca, deixou gravados outros discos, em que interpreta, além das já citadas, "O Bem e o Mal" (com G. de Brito), "Juízo Final" (com Elcio Soares), "Pode Sorrir" (com G. de Brito), "Eu e as Flores" (com Jair do Cavaquinho), "Rugas" (com Ary Monteiro/ Garcez), "Rei Vadio" (com Joaquim), "Vou Partir" (com Jair Costa), "Minha Festa" (com G. de Brito), "Degraus da Vida" (com Cesar Brasil/ Antônio Braga), "Luto" (com Sebastião Neves/ G. de Brito), "Notícia" (com Alcides Bahia/ Alcides Caminha), "Palhaço" (com Oswaldo Martins/ Washington). Consagrado como um dos maiores sambistas do Brasil, foi gravado por diversos cantores, desde Chico Buarque e Paulinho da Viola até Arnaldo Antunes, que fez uma recriação para "Juízo Final" em seus disco "O Silêncio".
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Nasceu em Juiz de Fora (MG), mudando-se para o Rio de Janeiro aos 12 anos. Morava perto do morro da Mangueira e logo começou a compor sambas para a escola, fazendo amizade com Cartola. Paralelamente ao trabalho de motorista de caminhão de lixo, compôs sambas que retratavam basicamente o cotidiano das favelas e a vida no morro. Alguns de seus sambas como "Bolinha de Papel" e "Falsa Baiana" foram resgatados por João Gilberto, e inseridos no contexto da bossa nova. Cyro Monteiro foi um dos intérpretes que lançaram sucessos de Geraldo Pereira. Além de "Falsa Baiana", gravou "Escurinho", mais um clássico do samba. Outros cantores também popularizaram suas músicas, como Aracy de Almeida, que gravou "Falta de Sorte", parceria de Geraldo e Marino Pinto, Isaura Garcia ("Pode Ser", com M. Pinto), Anjos de Inferno ("Bolinha de Papel"), Blecaute ("Que Samba Bom"), Macalé ("Ministério da Economia" e "Cabritada Mal Sucedida"), Roberto Silva ("Você Está Sumindo" e "Pisei num Despacho") e Zizi Possi ("Escurinho" e "Escurinha"). Muitos discos com releituras de sua obra foram gravados depois de sua morte. Outras composições famosas são "Sem Compromisso" e "Acertei no Milhar" (com Wilson Batista).
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Carioca, nasceu em uma família amante da música, o que o ajudou a se tornar um dos mais importantes compositores do Brasil. Chegou a compor algumas operetas e peças de teor sacro na juventude, quando trabalhava como office boy e freqüentava as galerias do Teatro Municipal. Nos anos 20 saía com blocos de carnaval, e passou a colaborar com diversos pseudônimos em revistas satíricas e humorísticas, graças à sua capacidade de fazer trocadilhos e piadas. Ingressou no rádio em 1929, fazendo sketches e contando piadas, e no ano seguinte estreou seu próprio programa, Horas Lamartinescas. Na década de 30 compôs as marchinhas de carnaval mais populares até hoje: "O Teu Cabelo Não Nega", "Linda Morena", "Cantores do Rádio" (com João de Barro/ A. Ribeiro), "Marcha do Grande Galo", "A-E-I-O-U" (com Noel Rosa), "Grau Dez" (com Ary Barroso), "Uma Andorinha Não Faz Verão" (com Braguinha), "Canção pra Inglês Ver" (regravada pelas Frenéticas), "Chegou a Hora da Fogueira", "Hino do Carnaval Brasileiro", "História do Brasil", "Isto É Lá com Santo Antônio", "Noites de Junho". Sua produção é vastíssima no gênero em que foi mestre, mas Lalá (como era conhecido) também fez obras-primas no samba, como "No Rancho Fundo" (com Ary Barroso), "Lua Cor de Prata", "Voltei a Cantar", "A Tua Vida É um Segredo", "Serra da Boa Esperança", "Só Dando com uma Pedra Nela", e até valsas, como "Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda" (com Francisco Mattoso), regravada pelo roqueiro Erasmo Carlos. Além disso, Lamartine - que tinha uma forma caricata de cantar acompanhando-se num trombone de boca - compôs hinos para os principais times de futebol cariocas: de seu América de coração aos hinos do Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.
"Gosto ainda de ouvir..."
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ALANIS MORISSETTE |
Alanis Morissette é uma das cantoras-compositoras mais bem-sucedidas no rock feminino, a partir da metade dos anos 90. "A maioria das canções são, de um modo indireto, realmente dirigidas a mim" diz Alanis do trabalho dela com Glen Ballard neste momento. Há um certo aspecto das canções que é muito confessionário, muito puro ...e está desacorrentado, como uma experiência espiritual."
Novembro de 1999 foi um mês grandioso para Alanis que debutou nas telonas cinematográficas representando Deus no filme "Dogma" do diretor Kevin Smith. - O filme causou polêmica, afinal a história não é nada convecional: trata-se de dois anjos rebeldes Loki e Bartelby (respectivamente representado por Matt Damon e Ben Affleck), banidos do céu, eles vivem exilados em uma cidadezinha americana, planejando a volta ao Reino Celestial; Deus (Alanis Morissette) não quer que isso aconteça e pede ajuda a Bethany (vivida por Linda Fiorentino), empregada de uma clínica de abortos. Teve muita gente que não gostou nadinha e os religiosos pediram pela censura do filme. Quanto a isso, Alanis foi categórica: "As pessoas que pedem a censura são aquelas que têm medo e projetam esse medo na arte", disse ela à revista americana Interview. A trilha sonora do filme traz uma nova canção da canadense, denominada "Still".
Fonte: Vagalume
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Lokua Kanza - música - República Democrática do Congo
O nome mais importante da música.A suavidade de suas canções somada ao “diabólico” ritmo soukouss, solidificaram a imagem de Lokua como um músico de múltiplos talentos, cantor, compositor e arranjador preciso. Fundamental para a renovação da música africana, em 1995, foi sucesso absoluto na Europa com a música Shadow Dancer. Kanza nasceu em Bukavu, província de Kivu, na parte oriental da República Democrática do Congo (ex-Zaire), em 1958. Primogênito de oito filhos de um pai mongo e uma mamãe tutsi, de Ruanda, na adolescência passou a tocar guitarra nas chamadas rumba bands. Após o lançamento de seu primeiro disco Lokua Kanza, em 1993, transformou-se num dos expoentes da música africana no mundo. Dois concertos no Auditorium dês Halles, no centro de Paris, bastaram para transformá-lo num genuíno sucesso. Em 2005, lançou Plus Vivant, cuja tournée mundial chega ao Brasil pela primeira vez.
Ficha Técnica:
Voz e violão: Lokua Kanza
Percussão: Komba Mafawala
Voz: Lokua Malaika
Fonte: Porto Alegre em Cena
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Nina Simone (Tryon, 21 de fevereiro de 1933 — Carry-le-Rouet, 21 de abril de 2003) foi uma grande pianista, cantora e compositora americana. O nome artístico foi adotado aos 20 anos, para que pudesse cantar Blues, a "música do diabo", nos cabarés de Nova Iorque, Filadélfia e Atlantic City, escondida de seus pais, que eram pastores metodistas. "Nina" veio do Espanhol (Niña: menina), e "Simone" foi uma homenagem à grande atriz do cinema Francês Simone Signoret, sua preferida.
Nina Simone também se destacou e foi perseguida por ser negra e por abraçar publicamente todo tipo de combate ao racismo. Seu envolvimento era tal, que chegou inclusive a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King. Casada com um policial nova-iorquino, Nina também sofreu com a violência do marido, que a espancava.
Em um breve contato com sua obra, aqueles que não conhecem percebem logo a diversidade de estilos pelos quais Nina Simone se aventurou, desde o gospel, passando pelo soul, blues, folk e jazz. Foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Julliard School of Music, em Nova Iorque. Sua canção “Mississipi Goddamn” tornou-se um hino ativista da causa negra, e fala sobre o assassinato de quatro crianças negras numa igreja de Birmingham em 1963.
Nina esteve duas vezes no Brasil, e no último show (em 1997 no Metropolitan), foi lembrada como uma intérprete de raro ecletismo, capaz de entoar um hino anti-racista, como "Mississipi Goddamn" para logo em seguida "ressuscitar a platéia com "Here Comes the Sun", dos Beatles. Era uma intérprete visceral, compositora inspirada e tocava piano com energia e perfeição.
Fonte: Wikipédia
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O grupo Take 6 foi formado por Claude McKnight, irmão de Brian McKnight, no banheiro da Universidade Oakwood. O grupo estava no cômodo da faculdade onde estudavam, ensaiando para a primeira apresentação que fariam naquela noite. Mark Kibble, estudante de um colégio próximo à universidade, estava passando por perto quando ouviu a voz do amigo Claude cantando e entrou no banheiro para conhecer o grupo e a canção. Desde então ele se tornou o quinto integrante e naquela noite começava a história do grupo Take 6. Mais tarde, Mark convidou Marvin Warren para ser o sexto integrante do grupo.
Inicialmente o grupo conseguiu reconhecimento e apoio ao redor da faculdade, mas dentro da mesma só conseguiram hostilidade dos alunos e funcionários por causa do estilo musical que cantanvam, jazz. Desde o início do século 19, as igrejas americanas eram hostís em relação ao jazz porque esse estilo era cantando em clubes noturnos. Então, o pensamento protestante da época era: ou cantava na igreja ou cantava em clubes de jazz. Oakwood era uma universidade cristã.
Em 1991, Marvin Warren deixou o grupo para investir na carreira de produtor e Joey Kibble, irmão de Mark Kibble, foi convidado a ocupar a vaga deixada por Marvin. Posteriormente, Cedric Dent também deixou o grupo para lecionar na Universidade do Estado Middle Tennesee e foi substituído por Khristian Dentley.
Em 2005, o grupo lançou seu próprio selo: Take 6 Records.
Grupos como Boys II Men e Coming of Age citam Take 6 como sua maior influência.
Fonte: Wikipédia
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O Soundgarden foi uma banda norte-americana surgida no ano de 1984. É uma das bandas famosas do período grunge, junto com diversas bandas, tendo entre as mais populares: Nirvana, Alice in Chains e Pearl Jam. Entretando, junto com o Alice in Chains, faziam um som mais pesado do que as outras bandas de Seattle, portanto não pode se enquadrar no movimento grunge (sim "grunge" é um movimento e não uma sonoridade musical), eis que a banda surgiu antes da explosão desse movimento. Terminaram em 1997, depois disso Chris Cornell formou a banda Audioslave junto com outros ex-integrantes da banda Rage Against The Machine; que teve seu fim no início de 2007. Chris Cornell hoje segue carreira solo. O ex-baterista da banda Matt Cameron, engressou no Pearl Jam em 1998, e está até hoje.
Fonte: Wikipédia
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Lewis Allan "Lou" Reed (n. 2 de Março de 1942 em Brooklyn, New York) é um cantor, guitarrista e compositor norte-americano.
É por alguns considerado o pai da música alternativa, poeta das esquinas de Nova Iorque. Foi um dos vocais do The Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls e David Bowie. Mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. Reed já dividiu escovas de dentes com travesti, descoloriu o cabelo, foi internado e deu a volta por cima. Admirador de Poe e Raymond Chandler, além de James Joyce, a quem faz referências em Blue Mask.
Fonte: Wikipédia
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The Velvet Underground, banda de Rock norte americana, formada em 1964, por Lou Reed (voz e guitarra), Sterling Morrison (guitarra), John Cale (baixo), Doug Yule (que substitui Cale em 1968), Nico (voz), Angus MacAlise (bateria) e Maureen Tucker (que substituiu Angus MacAlise).Os Velvet Underground foram uma banda de vanguarda na década de 60, caracterizados por um estilo experimental, pouco comercial para a época. A banda tinha como mentor intelectual (e, mais importante, financiador) o artista plástico estadunidense Andy Warhol, que se dizia cansado da pintura e promovia incursões por outros campos artísticos como a música e o cinema. Recentemente o Velvet se reuniu para alguns shows, que culminaram num álbum duplo, "Live MCMXCIII", com as principais músicas da carreira da banda.
O VU sempre foi conhecido pelo som alternativo, desvinculado de interesses comerciais e que focalizava quase sempre temas relacionados ao submundo (narcóticos, prostituição, criminalidade, etc). Demoraram anos para serem reconhecidos pelo grande trabalho, o que só prova o quanto a sonoridade deles estava bem à frente de sua época.
Fonte: Wikipédia
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Nascida em 1965, em Reykjavik, na Islândia, Björk Guðmundsdóttir começou a se interessar por música muito cedo, aprendendo a tocar flauta ainda criança. A precocidade da pequena "esquimó", então com 11 anos, se mostraria ainda mais marcante com o lançamento do álbum Fálkinn, em 1977. Dois anos depois, participa de sua primeira banda, Exodus, que chega a fazer uma aparição no único canal de televisão local.
Aos 15 anos Björk forma a banda Tappi Tíkarrass. O grupo lança um mini-álbum com cinco faixas: "Ottar", "Lok-Lad", "Ilti Ebni", "London" e "Fa-fa", em 1982. O documentário Rokk Í Reykjavik deu origem a um disco duplo com o mesmo nome e duas músicas do Tappi Tíkarrass ( Hrollur e Dúkkulisur). Em 1983, a cantora participa de uma apresentação em uma rádio ao lado de outros expoentes do cenário new wave islandês, reunidos em uma superbanda chamada Good Evening.
Em 2004 Björk lançou uma edição especial em comemoração aos seus dez anos de carreira. O Box Live-Björk reúne as principais aprensentações da cantora entre 2002 e 2003 e trás para os fãs 4 discos. Um desses cds “Debut Live” recebeu o nome do primeiro trabalho da intérprete lançado em 1993. No ano seguinte a cantora colocou nas lojas o disco “Drawing Restrain 9”, trilha sonora de um filme com o mesmo nome. O longa, dirigido por Matthew Barney, ex-marido da cantora, foi filmado no Japão e em Nova York e ganhou as telas de cinema no mesmo ano.
Fonte: CanalPop